Essa deve ter doído…

•outubro 20, 2010 • Deixe um comentário

Richard Dawkins comentando as declarações feitas por Josef Ratzinger em visita a Inglaterra.

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Antes tarde…

•setembro 8, 2010 • Deixe um comentário

Demorou 61 anos para perceber…

Deu em tudo quanto é lugar, inclusive no IG:

Em entrevista a um jornalista americano, em que disse aconselhou o líder iraniano Mahmoud Ahmadinejad a abandonar o antissemitismo, o cubano Fidel Castro disse que o modelo econômico de Cuba não funciona mais. A revelação foi feita pelo jornalista dos EUA Jeffrey Goldberg, na quarta-feira, após realizar entrevistas com o ex-presidente cubano na semana passada.

Goldberg, articulista da revista Atlantic Monthly, contou em um blog que perguntou a Fidel, de 84 anos, se ainda vale apenas tentar exportar o modelo comunista cubano para outros países. “O modelo cubano não funciona mais nem para nós”, teria respondido Fidel.

O comentário parece refletir a concordância de Fidel – já manifestada em uma coluna em abril na imprensa estatal cubana – com as modestas reformas econômicas que vêm sendo promovidas por seu irmão caçula Raúl, atual presidente de Cuba.

Segundo Goldberg, Julia Sweig, especialista em Cuba na entidade norte-americana Conselho de Relações Exteriores, que o acompanhou a Havana, acredita que as palavras de Fidel reflitam uma admissão de que “o Estado tem um papel grande demais na vida econômica do país”. Tal sentimento ajudaria Raúl, no poder desde 2008, contra membros do Partido Comunista que são contrários às tentativas de enfraquecer o domínio econômico estatal, disse Sweig a Goldberg.

Na terça-feira, Goldberg escreveu que Fidel o chamou a Havana para discutir seu recente artigo sobre a possibilidade de um conflito nuclear entre Israel e Irã, com possível envolvimento dos EUA. O jornalista disse que Fidel criticou o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, por fazer comentários antissemitas e negar a existência do Holocausto.

Depois de reaparecer em público após quatro anos de afastamento por motivos de saúde, Fidel se tornou um ativista do desarmamento nuclear. Ele teme uma guerra atômica caso Israel e os EUA tentem impor o cumprimento de sanções internacionais ao programa nuclear iraniano. Washington e seus aliados acusam Teerã de tentar desenvolver armas atômicas, o que a República Islâmica nega.

Fidel também criticou suas próprias ações durante a chamada Crise dos Mísseis, em 1962, quando ele aceitou a instalação de ogivas nucleares soviéticas na ilha e tentou convencer Moscou a atacar os EUA. Na entrevista a Goldberg, ele disse que aquele impasse “não valeu nada a pena”.

Durante a visita, Goldberg e Sweig foram com Fidel, a convite dele, assistir a uma exibição de golfinhos no Aquário Nacional de Cuba. Estavam acompanhados pela líder judaica local Adela Dworin, a quem Fidel beijou diante das câmeras.

O jornalista americano disse ainda que Fidel lhe pareceu fisicamente frágil, mas mentalmente lúcido e com energia.”

Everything that goes around…

•setembro 2, 2010 • 1 Comentário

… comes around!!! Deu no Page Not Found  do Fernado Moreira:

Um líder ateísta “desbatizou” dezenas de seguidores não crentes usando no ritual um secador de cabelo. Com o aparelho, simbolicamente, ele retirou toda a água lançada na cabeça durante o batismo tradicional. A cerimônia “desreligiosa” foi exibida no popular programa “Nightline”, da rede ABC, nos EUA.


Edwin Kagin, responsável pelo “desbatismo”, disse acreditar que os pais cometem um grande erro ao deixar as crianças serem batizadas sem que elas tenham idade para entender o que está se passando. O líder ateísta, criado em família presbiteriana, chega a afirmar que alguns casos de educação religiosa deveriam ser punidos por “abuso infantil”. Ele classifica a sua “anticruzada” como uma “guerra civil religiosa americana”. Formado em Direito, ele percorre os EUA defendendo suas ideias.

“Fui batizada como católica, mas não me lembro de nada. Minha mãe diz que eu gritava muito. Então você pode perceber que mesmo bem nova eu não queria ser batizada. Não é justo. Eu nasci ateia e me forçaram a ser católica”, afirmou Cambridge Boxterman, de 24 anos, que ganhou de Kagin uma “certidão de desbatismo” em Newark.

Ironicamente, um dos filhos de Kagin se tornou um sacerdote cristão fundamentalista depois de ter tido, segundo ele, uma “revelação de Jesus Cristo”.”

Carta de motorista… para que?

•setembro 2, 2010 • 1 Comentário

É só não fazer presepada!!! Deu na Reuters:

A polícia francesa descobriu que um homem de 79 anos detido na quarta-feira dirigia sem licença havia quase seis décadas.

O motorista estava viajando com sua esposa perto da costa do oceano Atlântico, a cerca de 45 quilômetros de Nantes.

“O infrator se inscreveu em uma autoescola em 1952, mas nunca foi aprovado no exame”, informou à Reuters uma fonte da polícia.

Ele disse à polícia que normalmente era sua esposa quem dirigia o veículo, explicando porque os documentos do seguro do automóvel estavam em ordem.

“Significa que havia estado dirigindo por 58 anos sem cometer nenhuma infração e seguindo as regras do trânsito”, indicou a fonte.”

Estatísticas

•setembro 1, 2010 • 1 Comentário

Deu no Globo.com:

“Segunda maior torcida do país, mas a maior disparada de São Paulo: no dia de seu centenário, o torcedor do Corinthians pode comemorar ainda mais em sua cidade. De acordo com pesquisa do Datafolha, publicada na “Folha de S.Paulo”, pela margem de erro de três pontos para cima e para baixo, a torcida alvinegra é igual à soma das duas maiores rivais: a são-paulina e a palmeirense. Segundo os números divulgados nesta quarta-feira, 38% dos paulistanos são corintianos, contra 24% tricolores e 15% alviverdes. Os santistas ficaram com apenas 5%, e o Flamengo, 2%.

O grau de fanatismo, fator sempre usado como “trunfo” dos alvinegros contra o rival, também foi questionado na pesquisa. De acordo com os números, os corintianos são os mais fanáticos: 53% consideram-se torcedores de grau “intenso”, 42% médio e apenas 5% leve. Entre os rivais, os números são menores: 32% palmeirenses se dizem fanáticos, enquanto 38% são-paulinos afirmam o mesmo. A fidelidade também entrou em pauta: na transferência de torcida de pai para filho, o time do centenário está na frente 63% de corintianos herdaram o time do genitor, contra 51% de tricolores, 37% alvinegros e 30% santistas.

Um “mito” que caiu com os números é que os torcedores são-paulinos mais jovens alcançam os corintianos. Na faixa entre 18-24 anos, o Timão tem 44% de torcida, contra 29% de tricolores. Porém, entre os entrevistados que cursam o ensino superior, a diferença entre as torcidas é de apenas três pontos percentuais (32% para os alvinegros e 29% para os rivais). Entre o grupo social que ganha mais de dez salários mínimos, a diferença cai para apenas 1%.

Já em questão de títulos, a porcentagem não dá margem para dúvidas: 42% dos corintianos acreditam que o Mundial da Fifa de 2000 é a taça que merece mais destaque na sala de troféus do clube. O Paulista de 1977, em que o time quebrou um jejum de 23 anos sem uma só conquista, vem em segundo lugar, com 16%. Para 10%, o primeiro Brasileiro, de 1990, é o prêmio que guardam como melhor recordação.

E o sonho da Libertadores também não é segredo: 67% corintianos sonham com o título em primeiro plano, contra 49% de são-paulinos, 42% santistas e 41% palmeirenses. Porém, a ambição por um Mundial não esquenta os ânimos do Timão. Apenas 7% desejam o título em primeiro lugar, contra números gritantes dos rivais: 25% para os alviverdes, 23% tricolores e 22% para os fãs do Peixe.

Ídolos

Entre os ídolos, a maioria votou em Marcelinho Carioca como um dos maiores de todos os tempos da história alvinegra, com 22% de preferência. Em segundo aparece Ronaldo Fenômeno, com 18%, e Rivellino bem atrás, com 9%. Sócrates (7%) e Neto (5%) fecham a relação dos mais votados.

Já no elenco atual, Ronaldo lidera a corrida pelo título de ídolo com folga: ele tem 34% de preferência, seguido por Dentinho, com 18%, e Roberto Carlos, com 6%. O novato Bruno César, atual artilheiro do time, já caiu nas graças da torcida, e tem a mesma porcentagem que o lateral-esquerdo campeão mundial pelo Brasil. Mano Menezes, disparado com 53% de votos, é eleito o maior técnico da história alvinegra, contra 10% de Luxemburgo e 7% de Oswaldo Brandão.

Apesar da crescente rivalidade com o São Paulo, 59% dos corintianos ainda acham que o principal adversário é o Palmeiras. O Tricolor incomoda apenas 32% dos fãs.

O Corinthians é o único cuja torcida pelo time de coração e pela Seleção Brasileira empata. 41% dos alvinegros consideram o time paulista mais importante – mesmo percentual para os que valorizam mais o elenco nacional. Entre os rivais paulistas, todos consideram a camisa amarela acima de qualquer coisa.”

Está tudo explicado!!!

Centenário

•setembro 1, 2010 • Deixe um comentário

Sempre pode ser pior!

•janeiro 29, 2010 • Deixe um comentário

Para voltar de férias, um videozinho para despertar aquele desgosto profundo pela vida…

Nada como um pagodinho japonês para começar o ano!!!

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